«Poeta exclusivo do amor»
me chamaram. E era talvez certo.
Mas o vento aqui sobre a erva e os rumores
da cidade longínqua
não são eles também amor?
Sob nuvens quentes
não são ainda o som
de um amor que arde
e não mais se afasta?
.
('da extravagância', um breve poema de Andrea Ragusa, numa tradução de David Mourão-Ferreira)

3 comentários:
São Homónima, são sim.
Ó como são!
Um beijo para ti
Bela fotografia!
É tua?
Pois são! Concordamos então com o poeta, Homónima.
(Estou a sair lentamente do fim de semana grande. Mais logo, já farei as visitas habituais aos blogues amigos, entre os quais, o teu. Beijo)
Olá Jorge, bem aparecido!
A fotografia não é minha, mas também não lhe sei a autoria. Gostei dela, procurei os créditos e... nada! Mas devia-o ter escrito em nota.
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