(Será este ano que vou conseguir introduzir alguma ordem
na desordem das minhas leituras?...)
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Acho-a tão deliciosamente contraditória! E tão boa para citar...
«Na paixão há um desejo de satisfazer, de saciar, às vezes de dirigir, de dominar um outro ser. No amor, pelo contrário, há abnegação.»
«O amor é uma desordem, no sentido em que Thomas Mann considerava que o génio é uma desordem. Digamos, se quiser, que é um perigo. É também uma felicidade, é certo, é a felicidade, o que no fundo quer dizer a mesma coisa.»
