'COSÌ FAN TUTTE'
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Wolfgang Amadeus Mozart
Libreto Lorenzo da Ponte
Direcção musical Erik Nielsen
Encenação Guy Joosten
Cenografia Johannes Leiacker
Figurinos Karin Seydtle
Desenho de luz Ivan Munro
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Produção Vlaamse Opera, Bélgica
Estreia absoluta: Burgtheater de Viena, a 26 de Janeiro de 1790
Estreia em Portugal: Teatro de S. Carlos, a 7 de Fevereiro de 1958
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Um espetáculo divertidíssimo, em que todo o elenco vai bem, numa
história em que um solteirão cínico demonstra a dois amantes que as
suas noivas os trairiam com facilidade, porque... todas o fazem! Amar uma mulher é como lavrar o mar, semear na areia, ou lançar as redes e apanhar vento, diz-lhes. E, enfim, prova-o. Quanto aos homens, bem, quanto a esses, a questão nem se coloca, claro.
No fim desta escola de amantes, um conselho para tutte e tutti: vivam, não questionem, não procurem saber e, se o souberem, esqueçam!
E que "Soave sia il vento/ Tranquilla sia l'onda/ Ed ogni elemento/ Benigno risponda/ Ai nostri desir"
No fim desta escola de amantes, um conselho para tutte e tutti: vivam, não questionem, não procurem saber e, se o souberem, esqueçam!
E que "Soave sia il vento/ Tranquilla sia l'onda/ Ed ogni elemento/ Benigno risponda/ Ai nostri desir"
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